Infelizmente, a notícias sobre a negociação do próximo Acordo Coletivo de Trabalho - ACT na Claro são as piores possíveis. São notícias que mais parecem policiais do que sindicais. O comportamento grotesco de alguns gestores da Empresa tornam o processo uma história de desrespeito e nenhuma qualificação dos representantes da Claro, sem precedentes.
No Rio de Janeiro uma coordenadora de RH tomou parte das listas de presença da mão do diretor sindical que organizava a assembléia dos trabalhadores. Outra coordenadora, também de RH, pediu a palavra durante a Assembléia para dizer que se a proposta não fosse aprovada a Claro entraria com Dissídio Coletivo e os empregados ficariam sem ACT, como se isso fosse possível.
Em Goiás, ocorrência igual. Houve coação aos empregados que foram ameaçados caso a proposta não fosse aprovada.
Os Sindicatos, ´”CLARO”, vão tomar providências, a exemplo da Fenattel, que irá se posicionar, fazendo denúncias e buscando soluções para o impasse.
Espera-se pelo retorno imediato do bom senso de parte da Empresa.
